Reconhece o que aconteceu com você?
O golpe muda de nome, mas o mecanismo sempre se repete: alguém criando urgência e se passando por uma autoridade — o gerente, a central do banco, até um advogado. Veja qual se parece com o seu caso.
Golpe do falso gerente
Alguém liga se apresentando como seu gerente, cita dados verdadeiros da sua conta e orienta transferências "para proteger o saldo".
FALAR SOBRE ESSE CASO → 02Golpe da falsa central
O número que aparece no visor é o do banco. A ligação, não. A vítima confirma senhas e códigos acreditando estar em atendimento oficial.
FALAR SOBRE ESSE CASO → 03Golpe do PIX
Chave trocada, QR Code adulterado, cobrança falsa ou PIX feito sob coação. Há caminhos próprios, como o Mecanismo Especial de Devolução.
FALAR SOBRE ESSE CASO → 04Golpe da falsa portabilidade
Promessa de "trocar seu empréstimo por juros menores". No fim, aparece um contrato novo, um depósito a devolver e uma dívida que não era sua.
FALAR SOBRE ESSE CASO → 05Golpe do falso investimento
Plataforma com aparência profissional, rendimento que sempre sobe e saque que nunca cai. Muitas vezes há uma instituição financeira no caminho do dinheiro.
FALAR SOBRE ESSE CASO → 06Golpe do falso advogado
Alguém se apresenta como advogado, avisa que existe um valor a receber em um processo, mas diz que é preciso fazer um adiantamento para liberar o dinheiro. Isso é golpe. Em muitos casos, usam clonagem de voz do próprio advogado da vítima.
FALAR SOBRE ESSE CASO →O que fazer nas primeiras horas
Passou dias, ou até semanas? Ainda dá tempo. Cada item abaixo é uma prova a mais de que você reconheceu o golpe e agiu rápido.
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1. Registre o boletim de ocorrência
Pode ser feito online na delegacia virtual do seu estado. É o documento que marca a data e a narrativa do que aconteceu.
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2. Comunique o banco e anote o protocolo
Peça a contestação formal da operação e exija o número de protocolo. Se a transferência foi por PIX, peça também a abertura do MED (Mecanismo Especial de Devolução) e um comprovante de que a medida foi adotada. Esses registros costumam ser decisivos depois.
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3. Guarde todas as provas
Prints das conversas, e-mails, comprovantes, extratos, número de telefone que ligou e o horário das operações. Não apague nada.
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4. Registre reclamação no Banco Central
A reclamação não devolve o dinheiro, mas documenta a conduta da instituição perante o regulador.
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5. Abra reclamação no consumidor.gov.br
A resposta do banco nessa plataforma tem valor probatório e às vezes já revela a versão que ele vai sustentar.
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6. Busque orientação jurídica
Com esses documentos em mãos, é possível analisar se houve falha na prestação do serviço bancário e quais medidas cabem no seu caso.
Conversar com nossa equipe
“Mas o banco disse que a culpa foi minha.”
É a resposta que o banco dá para todas as vítimas de golpe. Mas, em muitos casos, ele também contribuiu para a fraude — falha na segurança, ausência de bloqueio, demora em responder. É exatamente isso que vamos analisar.
O risco da atividade bancária é do banco, não do cliente.
Falha na segurança do serviço
Vazamento de dados, autenticação frágil, número oficial usado por terceiros. Quando a falha está no sistema, ela não pode ser cobrada de quem usou o serviço.
Operação fora do seu padrão
Transferências atípicas em valor, horário e destino, sem qualquer bloqueio preventivo ou confirmação, são pontos de discussão.
Omissão depois do aviso
Você comunicou a fraude e o banco não bloqueou, não apurou ou simplesmente negou sem explicar. A conduta posterior também é avaliada.
As informações desta página são de caráter geral e não substituem a análise individual do seu caso. Nenhum resultado é prometido ou garantido.
Laura Silva
Sou advogada com atuação voltada ao Direito Civil, com foco em Direito Bancário, Direito do Consumidor, Execuções e Direito de Família.
Mais do que oferecer uma orientação jurídica, meu trabalho é entender o problema por inteiro e construir, junto com você, o melhor caminho para enfrentá-lo.
Acredito que o cliente não deve precisar dominar o juridiquês para entender o próprio processo. Por isso, faço questão de explicar cada etapa com clareza, apresentar as possibilidades e os riscos e manter você informado sobre o que está acontecendo.
Você fala diretamente comigo. Eu cuido da estratégia jurídica.
Porque, no fim, não existe “mais um processo”.
Existe um problema que precisa ser resolvido.
O que dizem nossos clientes
Laura, queria te agradecer de coração pelo seu trabalho, sua competência e a forma como você conduziu tudo foram essenciais para mim, valeu mesmo pela clareza em cada etapa e por toda a sua dedicação e resolver essa questão foi um alívio ter você cuidando disso. Super recomendo seu trabalho.
Gostaria de deixar um feedback imenso para a doutora Laura. Desde o primeiro contato, ela me fez sentir acolhida e segura. Eu estava super nervosa, mas ela foi essencial para me tranquilizar. Acompanhou todo o processo com uma atenção incrível, foi rápida, eficiente e, acima de tudo, muito humana. Não tenho palavras para expressar o quanto sou grata. Recomendo demais o trabalho dela.
Maravilhosa. Muito íntegra, prática e atenciosa. Amei o contato com ela. Me deu segurança total para conseguir os resultados que eu desejava e consegui.
Me atendeu prontamente quando tive meu saldo bloqueado.
Dúvidas que talvez também sejam as suas
Se a sua dúvida não estiver aqui, ela pode ser respondida diretamente no atendimento.
Ainda consigo recuperar meu dinheiro ou já perdi tudo?+
Não existe resposta única, e qualquer promessa aqui seria desonesta. A possibilidade de reaver os valores depende de como o golpe aconteceu, de qual falha esteve envolvida e das provas disponíveis. É exatamente isso que se examina na análise inicial do caso.
O banco pode ser responsabilizado pelo golpe?+
Em muitas situações, sim. A crença de que fazer a transferência elimina qualquer direito é justamente o que faz a maioria das vítimas desistir antes de tentar. O que a lei examina é outra coisa: se o banco cumpriu o dever de proteger o cliente antes, durante e depois da fraude. Quando esse dever falha, a responsabilidade é dele — e isso se verifica caso a caso.
Quanto custa contratar um advogado?+
Cada caso é analisado individualmente, e os honorários são apresentados com transparência depois dessa avaliação — antes de qualquer compromisso da sua parte. Você saberá o que está contratando antes de decidir.
Quanto tempo demora um processo desses?+
O prazo varia conforme as particularidades do caso e a tramitação judicial, que não está sob controle de nenhuma das partes. Prometer datas seria irresponsável. O que se pode fazer é manter você informada sobre cada movimentação.
Quais documentos eu preciso separar?+
Boletim de ocorrência, comprovantes de transferência ou PIX, extratos bancários, protocolos de atendimento do banco e as conversas relacionadas ao golpe. Se faltar algum, não deixe de entrar em contato por isso — parte da orientação inicial é justamente indicar o que buscar.
O golpe aconteceu há algum tempo. Ainda posso agir?+
Possivelmente. Existem prazos legais, e eles variam conforme a natureza do pedido — não há um único prazo para todos os casos. Muita gente demora a procurar orientação por vergonha ou por acreditar que já era. Vale verificar.
Preciso registrar o boletim de ocorrência antes de falar com uma advogada?+
O boletim é importante e recomendado, mas você não precisa esperar por ele. É possível receber orientação sobre as medidas indicadas no seu caso e registrar o boletim em seguida, com mais clareza sobre o que narrar.
O atendimento é presencial? Moro em outro estado.+
Sim — se você estiver em Florianópolis, o atendimento pode ser presencial no escritório. Pra quem está em outro estado, tudo acontece por videochamada e mensagem, com documentos e assinaturas digitais.
Me conte o que aconteceu. A partir daí, a gente organiza o resto junto.
Você não precisa ter todos os documentos, nem saber explicar em termos jurídicos. Descreva o ocorrido com suas palavras e receba orientação sobre os próximos passos.
Outras áreas de atuação
Além dos casos de fraude bancária.
Direito do Consumidor
Cobrança indevida, negativação, contratos e serviços não prestados.
Direito de Família
Divórcio, guarda, alimentos e partilha, com atenção ao lado humano do processo.
Execuções
Cobrança de títulos, defesa em execução e discussão de penhoras.
Cumprimento de Sentença
Efetivação do que já foi decidido, quando a decisão não é cumprida.